EDITAL DRH/CRS Nº 07, DE 25 DE SETEMBRO DE 2006 - CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO
DE CARGO DE SOLDADO DE 1ª CLASSE DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS PARA O ANO DE 2007
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ATENÇÃO CANDIDATOS |
| Edital - 25/09/06 |
EDITAL DRH/CRS Nº 07, DE 25 DE SETEMBRO DE 2006 - CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO
DE CARGO DE SOLDADO DE 1ª CLASSE DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS PARA O ANO DE 2007
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ATENÇÃO CANDIDATOS |
| Edital - 25/09/06 |
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ESTATUTO DE PESSOAL DA POLÍCIA MILITAR (EPPM) | |
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CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DOS MILITARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS
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NOMEAÇÃO PARA O QUADRO DE OFICIAIS DE SAÚDE
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TESTE DE AVALIAÇÃO FÍSICA (TAF) | |
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INSPEÇÕES E PERÍCIAS DE SAÚDE
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DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO DE POLÍCIA MILITAR (DEPM) | |
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REGULAMENTO DE UNIFORMES E INSÍGNIAS DA POLÍCIA MILITAR
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Sobrevivência no combate ao crime
O policial recém saído dos bancos acadêmicos encontra, com certeza, sérias dificuldades em seu dia a dia. O auxílio de policiais mais experientes é, sem dúvida, o remédio mais eficiente no combate a essas situações críticas. Porém, a principal atividade que poderá salvar sua vida nas ruas é o treinamento constante; treinamento físico, técnico e psicológico.
A rotina é a maior inimiga do policial e deve ser combatida diuturnamente. Um único momento de distração pode trazer conseqüências fatais e, para evitar isso, o policial deve encarar todas as ocorrências com a mesma atenção e profissionalismo.
A vibração com a carreira e a vontade de mostrar serviço são comuns a todos os recém formados e até mesmo aos policiais mais antigos, porém, durante sua atuação profissional, estes devem balancear o desejo pelo sucesso com muito bom senso. As ações burocráticas, de extrema importância para toda e qualquer força policial mundial, podem ser estudadas demoradamente e reavaliadas por diversas vezes. Já nas ações de rua, uma decisão muitas vezes deve ser tomada em questão de segundos, produzindo efeitos imediatos e envolvendo o risco direto de muitas vidas.
O exercício da profissão policial não pode ser levada como um mero emprego, mas sim como um sacerdócio, pois não são poucas as vezes em que o policial precisa abrir mão do convívio familiar, de horários e de fins-de-semana, para exercer com plenitude suas atribuições de defensor da sociedade, mesmo sabendo que nem sempre será reconhecido por seu trabalho.
Algumas preocupações e observações devem estar sempre presentes na mente de um bom policial, para que este logre êxito em sua profissão:
1) O policial não é um super-homem;
2) Jamais deve sair para as ruas sem antes checar sua arma, seu instrumento de trabalho;
3) Se, ao avaliar uma situação, um ato lhe parecer estúpido, mas este ato funciona, então não é um ato estúpido;
4) Durante uma troca de tiros, deve sempre se manter abrigado, não se tornando um alvo;
5) Nunca deve atirar desnecessariamente, pois isto poderá colocar a vida de terceiros e a missão em risco;
6) Não deve deixar uma arma carregada, se não houver necessidade, principalmente se tratar de armas automáticas e espingardas calibre 12
7) Deve sempre empregar seus conhecimentos e seu potencial em missões e durante todo o aprendizado, mas sendo sempre humilde para receber informações que podem lhe salvar a vida;
8) O bom policial precisa acreditar em todas as missões que lhe são confiadas, por mais simples que possa lhe parecer, ela pode tirar-lhe a vida;
9) O trabalho em equipe é sempre o melhor trabalho;
10) Se o inimigo está em seu campo de alcance, você também estará no dele;
11) Deve ser profissional, sempre respeitando a capacidade de ação do inimigo;
12) Não deve fazer ou tomar atitudes para as quais não foi preparado.

Corpo de policial carioca assassinado em emboscada de traficantes.

MENSAGEM DE UM LELEGADO
Classificação: 
mim Membro desde: 22 de Junho de 2006 Melhores respostas: 95 Pontos ganhos na semana: 26 Total de pontos: 1.909 (Nível 3) "ENTENDA PORQUE VOCÊ NÃO TEM SEGURANÇA" Como Delegado de Polícia do Rio de Janeiro é meu dever moral e jurídico esclarecer ao povo carioca os motivos pelos quais enfrentamos este caos na Segurança Pública. Em primeiro lugar, fique você sabendo que a nossa legislação permite que qualquer pessoa, independentemente de sua qualificação profissional, assuma o cargo de Secretário de Segurança Pública. Isto significa que as Polícias Militar e Civil estão sob a direção de pessoas que nem sempre têm qualquer conhecimento jurídico e operacional para exercer sua função pública. Isto significa também que o Governador eleito pelo povo indica o Comandante da Polícia Militar e o chefe de Polícia Civil, que podem ser demitidos a qualquer momento. Estes por sua vez, indicam os comandantes de cada Batalhão e os Delegados Titulares de cada Delegacia, que por sua vez, são também afastados de seus cargos por qualquer motivo. Digo, portanto, que a Polícia Civil é absolutamente política e serve aos interesses políticos dos que foram eleitos pelo povo. Quando os afastamentos de Delegados são políticos e não motivados por sua competência jurídica e operacional, o resultado é a total falta de profissionalismo no exercício da função. Este é o primeiro indício de como a nossa Lei trata a Polícia. Se a Polícia é política quem investiga os políticos? Você sabia que o papel da Polícia Militar é exclusivamente o patrulhamento ostensivo das nossas ruas? E por isso é a Polícia que anda fardada e caracterizada e deve mostrar sua presença ostensiva, dando-nos a sensação de segurança. Você sabia que o papel da Polícia Civil é investigar os crimes ocorridos, colhendo todos os elementos de autoria e materialidade e que o destinatário desta investigação é o Promotor de Justiça que, por sua vez, os levará ao Juiz de Direito que os julgará, absolvendo ou condenando? Então, por que nossos governadores compram viaturas caracterizadas para a sua polícia investigativa? Então, por que mandam a Polícia Civil patrulhar as ruas e não investigar crimes? Parece piada de muito mau gosto, mas é a mais pura e cristalina realidade. Você sabia que o Poder Judiciário e o Ministério Público são independentes da Política e a Polícia Civil é absolutamente dependente? Assim, a Polícia Civil é uma das bases que sustenta todo o nosso sistema criminal, juntamente com o Judiciário e o Ministério Público. Se os Delegados de Polícia têm essa tamanha importância, por que são administrativamente subordinados à Secretaria de Segurança e a Governadores que são políticos? Porque ter o comando administrativo da Polícia Civil de alguma forma serve aos seus próprios objetivos políticos, que passam muito longe dos objetivos jurídicos e de Segurança Pública. Assim, quero dizer que o controle da Polícia Civil está na mão da política, isto é, do Poder Executivo. Tais políticos controlam um dos tripés do sistema criminal, o que gera prejuízos tremendos e muita impunidade. Não é preciso ser inteligente para saber que sem independência não se investiga livremente. É por isso que os americanos criaram agências de investigação independentes para fomentar sua investigação criminal. Em segundo lugar, fique você sabendo que os policiais civis e militares ganham um salário famélico. Você arriscaria sua vida por um salário de fome? Que tipo de qualidade e competência têm esses policiais? Se a segurança pública é tão importante, por que não pagamos aos nossos policiais salários dignos, tais quais são os dos Agentes Federais? Se o Governo não tem dinheiro para remunerar bem quem é importante para nós, para que teria dinheiro? Em minha opinião, há três tipos de policiais: os que são absolutamente corrompidos; os que oscilam entre a honestidade e a corrupção e os que são honestos. Estes trabalham em no mínimo três "bicos" ou estudam para sair da polícia de cabeça erguida. De qual dessas categorias você gostou mais? Parece que com esses salários, nossos governantes, há tempos, fomentam a existência das primeira e segunda categorias. É isto o que você quer para a sua cidade? - Mas é isso que nós temos! É a realidade mais pura e cristalina! O que vejo hoje são procedimentos paliativos de segurança pública destinados à mídia e com fins eleitoreiros, pois são elaborados por políticos. Mas então, o que fazer? – Devemos adotar uma política de segurança a longo prazo. A legislação deve conferir independência funcional e financeira à Polícia Civil com seu chefe eleito por uma lista tríplice como é no Judiciário e no Ministério Público. A Polícia Civil deve ser duramente fiscalizada pelo Ministério Público que deverá também formar uma forte Corregedoria. O salário dos policiais deverá ser imediatamente triplicado e organizado um sério plano de carreira. Digo sempre que se a população soubesse qual a importância do salário para quem exerce a função policial, haveria greve geral para remunerar melhor a polícia. Mas a quem interessa que o policial ali da esquina ganhe muito bem? - Será que ele vai aceitar um "cafezinho" para não me multar ou para soltar meu filho surpreendido com drogas? Será que não é por isso também que não temos segurança? Fiquem todos sabendo que se o policial receber um salário digno não mais haverá escalas de plantão e, conseqüentemente, não haverá espaço físico para que todos trabalhem todo dia, como deve ser. Fiquem sabendo que a "indústria da segurança privada" se tornará pública, como deve ser. Fiquem sabendo também que quem vai ao jornal defendendo legalização de emprego privado para policiais, não deseja segurança pública e sim, segurança para quem pode pagar. Desafio à comunidade social e jurídica a escrever sobre estes temas e procurar uma POLÍTICA DE SEGURANÇA realmente séria e não hipócrita, como é a que estamos assistindo Brasil afora.” AUTORIZO A PUBLICAÇÃO IRRESTRITA DESTE TEXTO. Façam um favor ao Estado do Rio de Janeiro, enviem para todas as pessoas que conhecerem / Dr. TARCÍSIO ANDRÉAS JANSEN - DELEGADO DE POLÍCIA”
VIOLÊNCIA
Crise do sistema carcerário é analisada em doutorado pela FSP
USP Online
Em seu doutorado, o prof. Laurindo Minhoto, do Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, tematizou a privatização de presídios e a gestão da violência. Sua pesquisa tornou-se livro editado pelo Max Limonad.
Minhoto analisa a crise estrutural do sistema penal e carcerário brasileiro, tanto na sua legitimidade como instrumento punitivo ou corretivo, quanto em seus modelos administrativos. Detecta em meio a gama de discursos, concepções e propostas que vem se articulando em torno da questão, a tendência à política de privatização do sistema penitenciário, vendida por seus defensores como bem sucedida nos países em que se realizou.
Mais informações pelo telefone 3061-5757.


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