( ( ( WAGNER NOVAIS ONLINE ) ) )


17/10/2008


confronto vexame


ADEPOL : Paralização Nacional
Enviado por adepol em 17/10/2008 13:50:00 (106 leituras)

 

Sr. Presidente,
Com este consulto vossa excelência a possibilidade dessa conceituada entidade em parceria com demais estados e esta adepol fazer, uma paralização nacional no próximo dia 29 do corrente mês e ano entre 14h e 16h com ampla divulgação na midia, objetivando  colocarmos a pec 549/2006 em votação e aprovação o mais rápido possível.

e  também  em apoio pela movimentação grevista dos  policiais civis do estado de são paulo.

aguardo manifestação conclusiva de vossa excelência, por telefone ou e-mail informando a sua posição.

atenciosamente,

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 18h01
[ ] [ envie esta mensagem ]

16/10/2008


16/10/2008 - 16h15

Tropa de choque da PM entra em confronto com policiais civis em greve em SP

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Atualizado às 19h31

Policiais civis entraram em confronto com policiais militares na região da rua Padre Lebret, no bairro do Morumbi, zona oeste de São Paulo, no final da tarde desta quinta-feira. A Polícia Civil, em greve há um mês, realizava passeata de protesto no local para pressionar o governo do Estado a retomar as negociações pelo fim do movimento.

Veja imagens do confronto


Os manifestantes tentaram chegar ao Palácio dos Bandeirantes -sede do governo paulista-, mas foram impedidos pelo cordão de isolamento da Tropa de Choque da PM. Soldados reprimiram a passeata com o uso de bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha.

Ao menos 22 pessoas ficaram feridas, sendo uma delas um cinegrafista de uma emissora de televisão, e um policial militar. O hospital Albert Einstein informou, por meio de sua assessoria, que 12 feridos deram entrada no pronto atendimento, mas que o quadro de saúde deles é "estável". Uma das vítimas já foi liberada. No hospital Itacolomy, outras cinco pessoas foram atendidas: quatro já foram liberadas e uma está sob observação, mas passa bem. E no hospital São Luiz mais cinco foram atendidas; todas já receberam alta.

Segundo informações preliminares da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de São Paulo, havia cerca de 5.000 policiais na manifestação.
  • Reprodução de vídeo/BandNews

    Tropa de Choque da PM e policiais civis entraram em confronto na região do Morumbi, na zona oeste

  • Reprodução de vídeo/BandNews

    Carros da PM e a cavalaria foram acionados; houve confronto entre policiais e manifestantes

  • Reprodução de vídeo/BandNews

    Policiais civis tentaram passar pelo cordão de isolamento da PM para chegar ao Palácio dos Bandeirantes


Segundo nota do Palácio dos Bandeirantes, o confronto começou no momento em que o comando grevista aceitou proposta do governo estadual de enviar um representante ao local onde estava concentrada a manifestação para receber um documento com a posição dos manifestantes.

Em entrevista ao SPTV, da TV Globo, o governador de São Paulo, José Serra, criticou a manifestação dos policiais civis. "A maneira de fazer reivindicação não é pegar armas que estão destinadas ao enfrentamento de bandidos e apresentar em manifestações. É um movimento, enquanto movimento armado, absolutamente ilegal", disse, acusando os policiais civis de usar armas do Estado.

O trânsito ficou complicado na região do Morumbi e a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) pede que os motoristas evitem circular pelo local.

Área de segurança
O governo do Estado divulgou uma nota dizendo que a ação da PM se deve ao fato de a área que circunda o Palácio dos Bandeirantes ser considerada de segurança.

"As vias públicas situadas ao redor do Palácio dos Bandeirantes, sede do Poder Executivo Estadual, são consideradas pela Resolução SSP (Secretaria de Segurança Pública) 141, de 20/10/1987, Área de Segurança. Por esse motivo, todas as manifestações populares programadas para esses locais são obrigatoriamente desviadas para áreas próximas, que não se encontram na zona delimitada pela resolução, que abrange as avenidas Morumbi e Giovanni Gronchi e as ruas Combatentes do Gueto, Rugero Fazzano e Padre Lebret", diz a nota.

Cordão de isolamento
Por volta de 15h15, as lideranças do movimento grevista anunciaram aos manifestantes que o governo havia concordado em receber uma comissão dos grevistas. Os policiais, entretanto, seguiram em passeata. Os militares fizeram um cordão de isolamento tentando impedir o avanço.

Policiais pedem saída
de secretário

Após confronto com PMs, policiais civis em greve mantiveram um protesto no Morumbi e, a exemplo de manifestação anterior, voltaram a pedir a saída do secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão


Com greve "não há acordo"
Em evento no início da tarde no Memorial da América Latina, o governador José Serra (PSDB) reafirmou que a posição do governo em relação ao movimento é de que não há acordo com greve, segundo a Folha Online.

"Gostaríamos de um acordo, mas com greve o acordo não é viável. Negociações em greve não são viáveis. O governo fez sua proposta clara, está disposta a mandar para a Assembléia Legislativa dentro das possibilidades existentes", afirmou Serra

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 20h04
[ ] [ envie esta mensagem ]

07/08/2008


STF condena uso excessivo de algemas

Por unanimidade, STF condena uso excessivo de algemas

*****************BANDIDO TEM QUE SER TRATADO COM CARINHO?????????********************************
 

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira proibir o uso abusivo de algemas. Por unanimidade, os ministros concluíram que as algemas devem ser utilizadas apenas em casos excepcionais ou quando há ameaças ao acusado, ao policial ou outras pessoas. A decisão envolveu uma ação específica, mas poderá servir como recomendação para outras situações semelhantes.

O ministro-relator Marco Aurélio Mello --da ação ingressada por um réu condenado por homicídio em Laranjal Paulista (SP), que critica o fato de ter sido algemado durante todo o período que durou o tribunal de júri --entendeu que houve abuso no uso de algemas no caso do denunciado.

O relator sugeriu também que fossem enviadas cópias da decisão para o ministro Tarso Genro (Justiça) e os secretários estaduais de Justiça para fixar a "tese de excepcionalidade" do uso de algemas. O ministro Cezar Peluzo disse ainda que poderia ser editada uma súmula --definindo que terá efeito vinculante.

Houve um intervalo na sessão e os ministros, no retorno, definirão se terá ou não efeito vinculante --obrigando que todos os tribunais sigam essa mesma decisão.

O julgamento do caso de Laranjal Paulista gerou um debate no plenário da Suprema Corte. Apesar de a ação tratar de uma situação específica, os ministros deverão definir ainda nesta quinta se a decisão poderá ser tomada como uma espécie de jurisprudência (referência) para outros processos semelhantes.

A discussão foi acirrada nos últimos dias em decorrência das várias críticas sobre a prisão dos envolvidos na Operação Satiagraha, realizada pela Polícia Federal. Na prisão dos acusados, o banqueiro Daniel Dantas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta foram filmados e fotografados com algemas.

O presidente do STF, Gilmar Mendes, disse nesta quinta-feira que o julgamento era fundamental porque trata do " princípio da dignidade da pessoa humana". Segundo ele, não há dúvida alguma de que o tribunal deveria se pronunciar sobre o assunto.

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 19h06
[ ] [ envie esta mensagem ]

13/07/2008


EM BREVE AQUI !!! PMTUBE-BELO HORIZONTE- BY SOUZA

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 11h53
[ ] [ envie esta mensagem ]

ECA ?

Em 18 anos, ECA reduziu mortes e ampliou educação

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que atinge sua "maioridade" neste domingo, ao completar 18 anos, conseguiu nesse período, a partir da exigência de políticas públicas voltadas à juventude, reduzir em 45% a taxa de mortalidade infantil e ampliar para 98% o índice de acesso à educação pública. Em contrapartida ainda não foi capaz de minimizar a falta de atuação do poder público e tem sido acusado de proteger menores delinqüentes e prever regras de universalização de benfeitorias dificilmente aplicáveis em países em desenvolvimento, como o Brasil.

» 16 mil cumprem medidas educativas
»  mande fotos e notícias
» Opine sobre os 18 anos do ECA

"Não é uma lei para a Suíça. O principal objetivo de uma legislação como o Estatuto é modificar a realidade brasileira, e não se adaptar à realidade. Somos da área jurista mais progressista e a realidade precisa se adaptar ao ECA", avalia o conselheiro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro Alves.

O ECA prevê, entre outros pontos, que nenhuma criança ou adolescente será alvo de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, estabelece a criação de conselhos tutelares e varas especializadas em Direito da juventude, além da universalização de creches e escolas públicas.

"Com certeza temos hoje a melhor legislação do planeta. O que nós temos em contrapartida é a pior prática. O defeito não está na lei. É uma constituição legislativa especial. O defeito está nos executores da lei, no Legislativo, no Executivo, no Judiciário e no Ministério Público", acredita o desembargador da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Siro Darlan.

Para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, o ECA representa um conjunto de normas "de natureza protetiva e preventiva", adotado em substituição ao "autoritário e centralizador" Código de Menores. Editada na década de 1970, essa legislação, explica Mendes, "resumia-se a segregar menores em situação irregular com base na ideologia de punir por punir seus carentes e abandonados".

"O inoperante código (de Menores) protegia, reprimindo na forma de intimidação ostensiva aos inadaptados, infratores, vigiava apartando e isolando", observa Mendes. "A um só tempo (o ECA) preencheu as lacunas surgidas diante da exigência de um novo contexto social e viabilizou avanços significativos no tocante a políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social bem conduzido dos jovens", comenta o presidente do STF.

A entrada em vigor do ECA, em julho de 1990, foi responsável, por exemplo, por tirar do trabalho em olarias de Palhano (CE) o então menino Zeca, hoje o conselheiro tutelar José Valmir Gomes. Abandonado pela mãe com apenas 16 dias de vida, Zeca foi adotado por outra família, mas, após a morte dos pais, teve de trabalhar, ainda criança, para completar a renda da avó. Hoje, no segundo mandato como conselheiro tutelar, Gomes trabalha pela erradicação das violações aos direitos das crianças em Palhano.

Apesar das conquistas do ECA nos últimos 18 anos, o Sistema de Informação para a Criança e o Adolescente (Sipia) registrou, de 1999 a 2008, 600 mil casos de violência doméstica contra menores, sendo mais de 300 mil cometidos pelos próprios pais. A cada 10 horas, aponta o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), uma criança de 0 a 10 anos é assassinada. São 16 por dia.

"A maioridade do ECA significa também maturidade, que a família seja madura, que o poder público aplique a lei, que o poder administrativo priorize em sua pauta políticas que favoreçam as crianças", defende Siro Darlan.

A criação de conselhos tutelares, uma das determinações do ECA, foi em sua maior parte cumprida, mas apenas para garantir que a União não deixe de repassar recursos obrigatórios para os municípios, acredita Ariel de Castro Alves. "Cerca de 90% dos municípios têm conselhos tutelares, mas muitos criam só por forma, porque o governo não repassa recursos para municípios que não tenham conselhos. Existem cidades em que o conselho se reúne em praça pública porque sequer tem sede para se reunir", afirma.

"As varas especializadas e promotorias da infância foram criadas, mas os promotores também são promotores criminais, são também os que fiscalizam presídios. Não é uma vara especializada da criança e do adolescente. É preciso uma melhor estrutura das varas e promotorias", critica Castro. "Tem local em que o conselheiro tutelar ganha R$ 70. É inadmissível que o conselheiro, que tem que se dedicar integralmente (ao trabalho), ganhe uma gorjeta".

A subsecretária de Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Carmen Oliveira, admite que ainda existem muitos problemas a serem resolvidos para que o ECA seja plenamente cumprido. "Em síntese poderíamos dizer que o ECA está longe de ter atingido a maioridade. Não significa que chegamos a um estágio considerado satisfatório", diz Carmen.

É inquestionável que 18 anos é insuficiente para implementar algumas dificuldades. A população de crianças e adolescentes é muito grande, são 62 milhões delas, o que representa a população total de um país europeu. É a maior população infantil das Américas, e nós no Brasil temos uma história secular de desigualdades", avalia.

Educação e saúde de qualidade
Apesar da universalização da educação nos últimos 18 anos, a qualidade do ensino público oferecido no país ainda é muito questionada pelos idealizadores do Estatuto da Criança e do Adolescente. "Temos alguns nós a desatar, a começar pelo direito à educação. Os avanços são muito tímidos. A melhor coisa foi melhorar o acesso à educação, estamos próximos à universalização do acesso, com 98%, mas o maior desafio se refere à qualidade do ensino. Isso, nesse momento, é crucial", acredita Carmen Oliveira.

"Tivemos os avanços na educação (nesses 18 anos), pelo menos ao acesso ao ensino, mas a qualidade é extremamente baixa", completa o integrante do Conanda, Ariel de Castro Alves.

As metas de redução da mortalidade infantil e o atendimento médico e hospitalar para crianças e adolescentes, também um dos pilares do ECA, têm sido aperfeiçoadas ao longo dos 18 anos, mas o Brasil, com atuais 23 mortes a cada mil nascidos vivos, ainda está a léguas de distância de países como Cuba, com sete mortes a cada mil, ou o Japão, com três óbitos por grupo de mil.

A despeito dos avanços na área de Saúde, o Brasil ainda registra casos como o da Santa Casa de Misericórdia do Pará, por exemplo. O número de mortes de bebês na instituição já ultrapassa os 260, desde o início do ano.

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 11h04
[ ] [ envie esta mensagem ]

www.novaisviana.zip.net

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 00h25
[ ] [ envie esta mensagem ]

12/07/2008


Policial é suspeito de atirar em sua mulher e filho?

O policial civil de 44 anos está foragido.
Segundo testemunhas, as brigas do casal eram freqüentes.

 

 

Saiba mais

§                                 » Homem consegue fugir após manter ex-mulher refém por 5 horas

Um policial civil de 44 anos é suspeito de ter baleado a esposa e o filho de 7 anos por volta das 21h30 de sexta-feira (11) na casa dele no Parque Novo Mundo, na Zona Norte da capital, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

A mãe e a criança foram conduzidas ao Pronto-socorro Nipo Brasileiro, onde passaram por cirurgia. O suspeito fugiu em seu carro.

Segundo testemunhas, as brigas do casal eram freqüentes e o policial teria ameaçado a família de morte. Um vizinho ouviu tiros e foi até o local, onde encontrou o menino ferido, dizendo que o pai havia atirado nele.

Na sala da casa, policiais militares localizaram a mulher de 33 anos que estava ferida e perdia muito sangue. O caso será investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 23h28
[ ] [ envie esta mensagem ]

Tropa de Elite is sex

12/07/2008 - 03h01-wagner novais

Atriz de "Tropa de Elite" faz capa clássica da "Playboy"

A atriz Maria Ribeiro, que interpretou a personagem Rosane (mulher do Capitão Nascimento) no filme "Tropa de Elite", protagoniza a seção "Capas Clássicas", da revista "Playboy" de julho.

Além de maquiagem e penteado idênticos, a atriz, mulher do ator Caio Blat, posou exatamente como a modelo que estampou a capa da revista em novembro de 1965.

Também na edição de julho, a atriz Anna Sophia Folch, que vive Bruna na novela "Ciranda de Pedra", da Globo, ilustra a seção "Mulheres que Amamos".

Nesta semana, a publicação confirmou que a atriz Carol Castro será a capa da edição de aniversário da revista masculina, em agosto. Inicialmente, a "Playboy" queria a modelo piauiense Gyselle Soares, que foi participante do "Big Brother Brasil 8", mas a "cajuína" recusou o convite.

Rodrigo Lopes/"Playboy"
Atriz Maria Ribeiro, que viveu a Rosane em "Tropa de Elite", protagoniza a seção "Capas Clássicas", da "Playboy" de julho
Atriz Maria Ribeiro, que viveu Rosane em "Tropa de Elite", protagoniza a seção "Capas Clássicas" da "Playboy

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 23h14
[ ] [ envie esta mensagem ]

06/07/2008


Alterosa Urgente

Novo apresentador do Alterosa Urgente dará velocidade ao programa


Pedro Cerqueira - EM Cultura & WAGNER NOVAIS
aumentar fontediminuir fonteimprimir
Rafael Motta/Divulgação
O jornalista Ricardo Carlini vai mostrar agilidade, sua marca registrada
A partir de segunda (dia 07), o jornalista Ricardo Carlini passa a comandar o telejornal Alterosa urgente, da TV Alterosa. A escolha deveu-se à larga experiência do jornalista nas coberturas policiais. Carlini já passou por importantes emissoras como a Globo, onde trabalhou durante 10 anos em todos os jornais de exibição nacional, e o SBT/Alterosa, quando pertencia ao primeiro time do TJ Brasil, telejornal ancorado por Boris Casoy e que marcou época.

Bastante animado com o convite, Carlini estava desde 1999 longe dos telejornais diários. “Essa é uma contratação muito importante que estamos fazendo neste momento. Além da experiência, Carlini está chegando com energia muito grande, com mil idéias”, disse Benny Cohen, editor de mídias convergentes dos Associados Minas e responsável pelo jornalismo da TV Alterosa.

O novo apresentador contou que vai imprimir velocidade ao Alterosa urgente, sua marca registrada. “Vamos fazer um jornal bem frenético, com análise, comentário, interatividade, colunistas e muitas notícias exclusivas. Os telespectadores só vão piscar quando o programa acabar”, garante Carlini. A expectativa do jornalista é consolidar a vice-liderança no horário.

pautas O tripé do Alterosa urgente é cidade, serviço e polícia, assim, suas pautas são mais voltadas para a comunidade e segurança pública. O telejornal é exibido na seqüência da primeira edição do Jornal da Alterosa. De acordo com Benny, essa ampliação do espaço dedicado ao telejornalismo repercutiu de maneira muito positiva na audiência.

Enquanto o Alterosa urgente tem um apelo mais popular, com debate e comentário que se atém aos fatos, o Jornal da Alterosa amplia a abordagem de um tema local, mas sem descuidar do factual, que faz parte do mix proposto pelo telejornal.

O formato do Alterosa urgente exige apresentador que exerça verdadeiramente o papel do âncora. Muitas vezes, as reportagens geram comentários longos, que consomem mais tempo do que a própria matéria. O telejornal tem uma característica editorial muito grande. Por este motivo, o âncora precisa ter muita experiência e deve estar sempre muito bem informado em todas as áreas. “A experiência é que diferencia um comentário simples, como dizer “tal coisa é um absurdo” e passar para a próxima matéria, de outro comentário ou questionamento fundamentados com dados e

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 15h26
[ ] [ envie esta mensagem ]

27/06/2008


**********ATENÇÃO************

Obrigado pela visita


Se alguém for contra ou estaja sendo prejudicado(a)
com algum conteúdo em nosso site, quizer nos mandar sujestões ou nos mandar algum conteúdo , favor
entrar em contato conosco pelo e-mail:
wagneranovais@bol.com.br
Que as medidas cabíveis serão tomadas ao imediato.

à equipe agradece à todos

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 15h25
[ ] [ envie esta mensagem ]

26/06/2008


* DIVULGAÇÃO LIVRE DE FATOS E EM RESPEITO AOS USUARIOS

Liberdade ou dignidade:  internet *

 

O debate acerca dos direitos humanos, historicamente, floresce com maior intensidade após revoluções sociais, transformações culturais, guerras e/ou conflitos armados. O seu objetivo central, em síntese, visa conciliar as contradições sociais e garantir, via leis e políticas públicas, a dignidade humana.

Bolzan de Morais (2004) defende que os direitos humanos são específicos de determinado momento histórico e nascem para suprir as necessidades sócio-culturais para a realização da cidadania.

“(…) os direitos humanos não nascem todos  de uma vez, eles são históricos e se formulam quando e como as circunstâncias sócio-históricos-políticas são propicias ou referem a inexorabilidade do reconhecimento de novos conteúdos – como também a necessidade que temos de dar-lhes efetividade prática. (…)” (BOLZAN, 2004, p. 121).

A rede mundial de computadores evidencia um novo desafio para os direitos humanos, uma vez que ciberespaço constitui-se como um novo espaço antropológico, pois “trata-se de um novo tipo de organização sociotécnica que facilita a mobilidade no e do conhecimento, as trocas de saberes, a construção coletiva do sentido, em que a identidade sofre uma expansão do eu baseada na diluição da corporeidade, ou seja, o que se perde em corpo se ganha em rapidez e capacidade de disseminar o eu no espaço-tempo”. (SILVA,2001, p. 152).

São nos espaços antropológicos que a significação sócio-cultural desenvolve-se. A novidade deste novo espaço diz respeito ao seu suporte: relações mediadas por computadores. Relações estas, que põem na berlinda concepções clássicas como cidadania, Estado, território e a sociabilidade.

“(…) um novo mundo virtual ou mundo mediatizado – é um suporte aos processos cognitivos, sociais e afetivos, os quais efetuam a transmutação da rede de tecnologia eletrônica e telecomunicações em espaço social povoado por seres que (re) constroem as suas identidades e os seus laços sociais nesse novo contexto comunicacional”. (SILVA, 2001, p. 153).

Cabe destacar que as relações inter-pessoais, desenvolvidas na internet, não são regidas por critérios de pertencimentos geográficos ou encontros presenciais. Cada vez mais, os browsers tornam-se não-lugares, onde se desenvolvem relações baseadas em topologias de interesses comuns, rompendo a clássica estrutura dos territórios como fundadores para a construção de identidades. Uma vez em crise, a construção da identidade afeta a própria constituição da cidadania, visto que a delimitação dos territórios e a segurança sobre este, ou seja, a soberania, era sinônimo de garantia de direitos aos indivíduos à determinado espaço concernido. Essa visão da cidadania é uma resultante das grandes revoluções liberais (com o lema Igualité, Fraternité e Liberté) do século XVIII, e caracterizada pela primazia do Estado-Nação como coletividade política que agrupa os indivíduos. Esta cidadania equivale à nacionalidade.

Atualmente, o argumento do “desencaixe dos sistemas sociais”, proposto por Giddens explica as transformações por que passa a cidadania. Conceitua ele, que o “desencaixe dos sistemas sociais” é o “deslocamento das relações sociais de contextos locais de interação e sua reestruturação através de extensões indefinidas de tempo e espaço” (GIDDENS, 1991, p. 29)

Entretanto, a internet, em essência alicerça-se no princípio kantiano de liberdade, um direito irresistível e esse direito (de ser livre), conseqüentemente, garantiria a cidadania. A liberdade no ciberespaço materializa-se tanto no livre tráfego as diversas homepages como a garantia da livre expressão no espaço digital. Se a liberdade para a expressão assegura os direitos dos sujeitos na democracia moderna, na web este direito é potencializado, tendo em vista que, dentre as característica fundadoras da cibercultura, a liberação do pólo emissor é a mais louvável no leque de transformações sócio-culturais oriundas da teia mundial. A liberação do pólo de emissão – devido a novas ferramentas digitais, possibilitou que novas vozes pudessem romper com ditadura do discurso, capitaneada pelos mass media e dotou os indivíduos com uma roupagem argumentativa, tornando-os ativo no debate social, condição sine qua non para o exercício da democracia.

Mas, as constantes queixas e denúncia de atividades realizadas no ciberespaço contra os direitos humanos, principalmente aos danos à imagem e a maculação da honra relativizam a celebração do “liberou geral” na web.

Somente no primeiro semestre de 2006, a SaferNet Brasil registrou 55.842 denúncias. Destas, 52.410 se referem as páginas e comunidades no serviço Orkut, sendo que 44,34% estão relacionadas a pornografia infantil e pedofilia e 18,05% a apologia e incitação a crimes contra a vida. A SaferNet é uma organização não governamental sem fins lucrativos que combate crimes contra os direitos humanos na internet. Os relatórios apontam que o caráter liberal (no que tange a emissão de pensamentos) facilita a proliferação de mensagens ofensivas. Em uma sociedade onde a liberdade de expressão é o direito irresistível, do qual se referia Kant, “a defesa da liberdade de opinião em geral teria como corolário a obrigação de defesa da expressão de quaisquer opiniões independentemente do seu valor cultural e político e a prescindir da aceitabilidade ou não do seu conteúdo” (GOMES, 2002, p. 106). Outro aspecto levantado seria o caráter rizomático da rede, descentralizado, que dificulta o controle dessas mensagens, uma vez que um site censurado em determinado país encontra “abrigo” facilmente onde o crime outrora punido é mais aceitável ou as leis são mais flexíveis e/ou menos rígidas. Apesar de interessante  debate sobre a viabilidade ou não de se controlar a emissão de conteúdo na web, o presente artigo tem como objetivo discutir a relação entre os direitos humanos e o ciberespaço, em particular no debate em que o caráter burgues-liberal, atenta em alguns casos, contra a própria dignidade humana, razão existencial para os direitos humanos.

O problema é polêmico: a liberdade de expressão é mais valiosa do que a dignidade humana?

A liberdade como direito

A liberdade de expressão é antes de tudo burguesa. Ela nasce da luta entre da burguesia contra Estado aristocrático, objetivando a sua inserção nos debates deliberativos políticos. Acreditava a burguesia, assim como mostrou a experiência grega democrática, que as decisões referentes à esfera política deveriam ser realizadas mediante debate público, a vitória do melhor argumento e proposta para a condução da vida pública.

“a liberdade de expressão é antes de tudo um princípio negativo. Nasce no mesmo contexto das discussões sobre esfera pública e opinião pública e em aberta polêmica contra o Estado aristocrático. Surge como bandeira de uma classe – a burguesia- economicamente predominante, mas privada de poder político, justamente como reivindicação de participar da decisão dos negócios políticos”. (GOMES, 2002, p. 113).

A liberdade de expressão é o conceito fundador da democracia moderna, uma espécie de termômetro para avaliar o nível democrático de cada país. Quanto maior a livre expressão de idéias mais democrático é um Estado. Tal direito está presente na Declaração Universal dos Direitos Humanos, elaborada em pela Organização das Nações Unidas – ONU, em 10 de dezembro de 1948.

No artigo 19º  lê-se:

“Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão”.

Na Constituição da República Federativa do Brasil, o artigo 5º defende-se que:

“IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

Dessa forma, as cotas de poder individual encontram na liberdade de expressão a forma de se manifestar, uma vez que as questões sobre o bem comum são decididas mediante a “arte da palavra”, o poder do convencimento e persuasão dos seus pares.

O direito a dignidade

Dignidade é a palavra que resume todas as leis, normas e políticas no que tange os direitos humanos. A dignidade é a busca contínua dos direitos humanos. Bolzan de Morais (2004) conceitualiza:

“direitos humanos é o conjunto de valores históricos básicos e fundamentais, que dizem respeito à vida digna jurídico-político-psíquico-físico-econômica e afetiva dos seres e de seu habitat, tanto daqueles do presente quanto daqueles do porvir, surgem sempre como condição fundante da vida, impondo aos agentes políticos-jurídico-econômico-sociais a tarefa de agirem no sentido de permitir e viabilizar que a todos seja consignada a possibilidade de usufruí-los em benefício próprio e comum ao mesmo tempo”. (BOLZAN, 2004, p. 123)

Norbeto Bobbio (1992) entende que os “direitos humanos são coisas desejáveis, isto é, fins que merecem ser perseguidos”. Na concepção de Bobbio a defesa dos Direitos Humanos é essencial para a Democracia e que “o problema fundamental em relação aos direitos do homem, hoje, não é tanto o de justificá-los, mas o de protegê-los. Trata-se de um problema não filosófico, mas político”.

Torna-se um problema político a partir do momento em que o Estado não é capaz de proteger e garantir os direitos das minorias, bem como o de todos os cidadãos, preservando-os da discriminação, difamação e humilhação. O princípio básico do Estado é garantir a segurança do mais fraco, mediar os conflitos objetivando um ponto de equilibro entre os envolvidos. A existência e eficiência de tal Estado constituem também as condições mínimas para garantir a dignidade humana.

Internet, liberdade e dignidade

Ao analisar a internet como um novo espaço antropológico, a professora Lídia Silva (2001) sinaliza a necessidade de um novo modus operandi para a elaboração de leis, no que tange a vida no ciberespaço, segundo ela “pluralista” e “aberta às diferenças”, isso porque:

“a estrutura descentralizada das aldeias eletrônicas interligadas a escala mundial desafia as regras básicas que até hoje presidiram à elaboração de leis. Subitamente, de cada território é possível partir para todos os territórios e estabelecer contacto com gente que neles vive. As novas relações geram-se em tempo real, galgam fronteiras, são avessas a peias fiscais e burocráticas, põem em crise as formas tradicionais de combate ao crime e tornam flagrante a debilidade das formas de cooperação entre Estados, pesadas, inapropriadas e lentas (MAGALHÃES, 1999. p. 43).

As novas leis, que se refere Lídia, precisam pautar-se pela dignidade humana, mesmo que para isso relativize o elemento estruturante da democracia moderna e potencializada pela internet: a liberdade. Para Gomes (2002), ao definir-se a dignidade humana como único valor absoluto, a valoração da livre expressão perde legitimidade, isso porque ao permitir qualquer tipo de declaração e/ou expressão de pensamento pode colocar em risco a própria dignidade humana. “É porque os homens são dignos que a vontade livre é um valor, porque dignos, os homens devem ter assegurada a sua liberdade no modo de vincular-se e existir no interior do contrato enquanto em alguma situação concreta de aplicação não produzam efeitos contrários à dignidade humana”. (GOMES, 2002. p. 112)

Ao se levantar a tese do controle da expressão, mesmo que para garantir um bem maior e objetivo dos direitos humanos, a dignidade humana, vozes demagógicas levantam-se em defesa da liberdade de expressão, como princípio básico para a efetivação da democracia e cidadania. Porém, até nos princípios democráticos norte-americano, base teórica para concepção da livre expressão como elemento estruturante da democracia encontram-se algumas ressalvas quando a tal liberdade de publicação:

a) A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não é absoluto, e não pode ser usado para justificar a violência, a difamação, a calúnia, a subversão ou a obscenidade.

b) O desafio para uma democracia é o equilíbrio: defender a liberdade de expressão e de reunião e ao mesmo tempo impedir o discurso que incita à violência, à intimidação ou à subversão.

Gomes (2002) sentencia “mesmo o Código de Direitos mais humanista, democrático e liberal jamais afirmou que a liberdade de expressão seria um direito absoluto. As restrições a que se submete decorrem da sua acomodação a outros direitos que lhe são equivalente ou, até mesmo, superiores. (…) A liberdade de expressão é um valor moral e é legitima eticamente apenas enquanto o seu exercício não produzir atos cujos efeitos sejam contrários à dignidade dos outros. (GOMES, 2002, p. 112).

Não se pretende defender a censura ou desqualificar a liberdade como um valor, um direito ou princípio, mas até esta deve ser orientada pelos elementos que garantam a dignidade humana. Defender a liberdade de expressão como valor é louvável, porém os discursos desta livre expressão nem sempre são legítimos, eticamente. Segundo Bobbio, a elaboração de um novo direito acabar por gerar uma manutenção ou revisão de um velho direito. “O reconhecimento do direito de não ser escravizado implica a eliminação do direito de possuir escravos; o reconhecimento do direito de não ser torturado implica a supressão do direito de torturar” (BOBBIO, 1992, p. 20).

** Yuri Almeida é jornalista e blogueiro.

* Artigo apresentado à disciplina Direitos Humanos no Brasil e no Mundo e os Tratamento de Temas Judiciais pela Imprensa (história, evolução e leis), integrante da pós-graduação em Jornalismo Contemporâneo, Faculdades Jorge Amado. Janeiro de 2009.

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 01h28
[ ] [ envie esta mensagem ]

19/05/2008


Polícia Militar de São Paulo mata 55% mais em 2008

Polícia Militar de São Paulo mata 55% mais em 2008 " É ASSIM QUE SE FALA COMPANHEIROS"

A Polícia Militar de São Paulo matou 55% a mais de pessoas no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2007. Foram 107 mortes em confronto, ante as 69 registrados entre janeiro e março de 2007. Índices correlatos, como prisões em flagrante e feridos em tiroteios com PMs, se mantiveram estáveis. A maior alta foi em janeiro, quando a Secretaria da Segurança Pública (SSP) registrou 41 embates com mortes - 17 a mais do que em 2007.

O filho de um empresário de Carapicuíba, na Grande São Paulo, dono de uma transportadora, conseguiu escapar do cativeiro onde era mantido, em Americana, no interior de São Paulo, desde sexta-feira, quando foi seqüestrado.

Na noite de ontem, um dos seqüestradores adormeceu enquanto vigiava o cativeiro e, aproveitando-se do descuido, a vítima atingiu o bandido com três golpes de machado. O seqüestrador morreu no local.
JOVEM MATA SEQÜESTRADOR E FOGE DE CATIVEIRO EM SP
LEIA MAIS
JOVEM ATROPELA 23 PESSOAS
ACIDENTE NA DUTRA, NO RJ
O mês foi violento, após o assassinato do coronel José Hermínio Rodrigues, comandante da PM na zona norte. No dia seguinte à sua morte, uma chacina deixou sete mortos na região. As suspeitas do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) são de que a autoria de ambos os crimes tenha sido de PMs. "Os números mostram que janeiro "contaminou" o trimestre", avaliou o ouvidor das polícias e integrante da Comissão de Letalidade da SSP, Antônio Funari Filho. "O aumento preocupa, porque interrompe uma seqüência de queda."

Os comandos de policiamento da capital e da região metropolitana respondem por pouco mais de 50% dos casos. Em seguida, vem o Comando de Policiamento de Choque, com 18 casos. Os nove comandos de policiamento do interior deixaram 25 mortos. No mesmo período, oito PMs morreram em serviço, número igual ao de 2007.

Para o sociólogo Túlio Kahn, da Coordenadoria de Análise e Planejamento da SSP, o crescimento da letalidade policial pode estar relacionado à série de ataques contra as forças de segurança, em maio de 2006, quando foram contabilizados 66 casos de confrontos com mortes. "Na ocasião, o comando deu um claro recado à tropa para que não partisse para o enfrentamento desnecessário", diz Kahn. Coincidência ou não, as ocorrências de resistência seguida de morte caíram, atingindo o menor patamar da década no primeiro trimestre de 2007. "A tendência de alta ressurgiu de um ano para cá." Kahn levanta outras hipóteses: a maior "produtividade" da corporação - medida pelo número de prisões, apreensões etc - e o que chama de "efeito Tropa de Elite". "A sociedade pode estar um pouco mais permissiva em relação à violência policial." As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo"

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 19h48
[ ] [ envie esta mensagem ]

25/04/2008


SOMOS POTENTES !!!!!

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 20h49
[ ] [ envie esta mensagem ]

Onze morrem

Onze morrem em operação na Cidade de Deus; favela terá ocupação permanente

Ao menos 11 pessoas morreram --entre elas uma idosa e um dos chefes do tráfico-- e duas mulheres foram baleadas durante operação da Polícia Militar na Cidade de Deus, em Jacarepaguá (zona oeste do Rio), nesta sexta-feira. A exemplo do que acontece na Vila Cruzeiro, na Penha (zona norte), a PM decidiu ocupar permanentemente a comunidade, de acordo com informações do 18º Batalhão.

A moradora da favela Jocélia Afonso, 70, morreu depois de ser atingida por um tiro no tórax, pela manhã. Os outros dez mortos têm envolvimento com o tráfico de drogas da Cidade de Deus, segundo versão da Polícia Militar. Um deles é Jorge Ferreira, o Gim, identificado pela polícia como um dos chefes do tráfico.

Segundo o 18º Batalhão da PM, eles estavam escondidos em uma casa na favela. Com a informação, policiais foram até o local e houve troca de tiros. Não há registro de policiais feridos.

Os supostos criminosos foram levados no Caveirão, o blindado do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), até o hospital municipal Lourenço Jorge, na Barra (zona oeste). A PM informou que eles estavam feridos, mas, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, os homens já chegaram ao hospital mortos.

Operação

Na ocupação, que começou nesta manhã, os policiais --entre eles homens do Bope-- , buscam traficantes do complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro, que se refugiaram na Cidade de Deus após a ocupação da polícia na Vila Cruzeiro, segundo o 18º Batalhão.

Até o fim da tarde, os policiais haviam apreendido três fuzis, cinco pistolas e três rádios transmissores, além de maconha, cocaína e crack. A quantidade apreendida ainda não foi confirmada.

Outras duas idosas foram baleadas durante a operação. Maria José da Silva, 64, foi ferida no glúteo, no braço e na perna, e Maria dos Anjos Mendes, 70, no glúteo. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, elas não correm risco de morrer.

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 20h34
[ ] [ envie esta mensagem ]

ADVINHA QUE É ????

Escrito por wagner novais sempre um passo! às 14h33
[ ] [ envie esta mensagem ]

Perfil



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, VILA AEROPORTO, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Informática e Internet, Livros, POLICIA MILITAR
MSN - WAGNERANOVAIS@BOL.COM.BR